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2013.12 – Revisão Anual

março 29th, 2013

Essa semana foi meu aniversário. Fazer aniversário é parte de um rito de passagem anual. Uma boa hora, tão boa como outra qualquer, para reavaliar os nossos objetivos.

Em função da minha rotina de trabalho, o meu aniversário marca o começo verdadeiro do ano para mim. Nessa época estou finalizando os projetos do ano anterior e iniciando o planejamento do novo ano.

Achei que seria oportuno revisitar as minhas metas. Metas servem como um norte para os nossos esforços, mas não devem nos imobilizar. Ao contrário, devem evoluir para acompanhar o nosso ritmo de vida.

Metas Pessoais – 2 metas concluídas, 4 metas em progresso e 2 não iniciadas.

1. Atualizar o blog semanalmente por um ano. Durante 2013 foram 12 artigos em 13 semanas. Preciso correr atrás da semana perdida para manter a média de 1 por semana esse ano.

2. Falar espanhol fluentemente. Continuo estudando espanhol através do Itunes -U. Os planos de viagem de 2 semanas de curso de espanhol em Cuzco no Peru foram suspensos por hora.

3. Fazer um curso de gastronomia fora do país (de curta duração, é claro). Não iniciado.

4. Digitalizar todas as minhas fotos. Em progresso.

5. Catalogar minha coleção de DVDs e Blu-ray.

6. Catalogar minha biblioteca.

7. Concluir o curso de fotografia. Não iniciado.

8. Me livrar das coisas desnecessárias e viver mais leve. Eternamente em progresso.

Metas de Aventura/Viagens – 0 metas concluídas. Desde que estabeleci essas metas, minhas viagens internacionais foram basicamente a trabalho, estive 4 vezes nos Estados Unidos, 1 na Colômbia e 1 no México.

1. Obter a minha certificação para mergulhar. Não iniciado.

2. Visitar a Escandinávia. Não iniciado.

3. Visitar a Rússia. Não iniciado.

4. Visitar o Caribe. Não iniciado.

5. Dirigir a Rota 66 num conversível. Não iniciado.

6. Mergulhar na Grande Barreira de Corais (Austrália). Não iniciado.

7. Ver o sol nascer em Machu Pichu. Os planos de estudar espanhol em Cuzco incluem visitar Machu Pichu durante o final de semana.

8.  Assistir aos festivais de Páscoa na Andaluzia. Não iniciado.

Metas Profissionais – 1 meta concluída, 4 em progresso e 3 não iniciadas.

1. Me tornar sócia. Fazer a minha parte não será suficiente, hora de repensar a vida!

2. Completar um mestrado. Em 2011, comecei e desisti de um mestrado. O conteúdo me pareceu muito fraco de forma que o investimento de tempo necessário não me agregou muito. Estou reavaliando as alternativas disponíveis.

3. Identificar uma alternativa de renda. Não iniciado.

4. Participar de Conselhos de Administração de empresas de capital aberto. Não iniciado.

5. Atingir 10.000 visitantes no site num período de 3 meses.

6. Lecionar num curso de pós-graduação. Não iniciado.

7. Participar ativamente de instituições de classe e de mercado (Ibracon, CRC, FIERGS, IBGC).Durante 2012, me afiliei ao Ibracon. 

8. Formar sucessores. Em progresso.

Metas de Saúde/Bem-estar – 1 meta concluída, 1 não iniciada e 6 em andamento.

1. Pesar 54kgs. perdi 3kgs com a  dieta mas acabei abandonando e ainda tenho um longo caminho. Segundo o endocrinologista que me acompanha o meu ideal seria 57,5kgs. 

2. Correr 10 km em menos de 1 hora. Não estou correndo. Preciso retomar.

3. Fazer check up anualmente. Em 2011 e 2012, fiz check up anualmente.

4. Participar da meia maratona da Disney. Estou retomando os treinos, quem sabe em 2015.

5. Incluir vegetais em todas as refeições principais em 5 dos 7 dias da semana. Até o momento parece estar funcionando.

6. Ficar sem tomar coca-cola (ou qualquer outro refrigerante) por 3 meses. Fiquei 6 semanas sem coca-cola e voltei ao vício. Vou fazer um ajuste na meta eliminando o refrigerante durante a semana.

7. Ficar sem comidas insdustrializadas por pelo menos 1 mês. Não iniciada.

8. Monitorar minha pressão sangüínea semanalmente.

Metas financeiras – 2 metas concluídas, 4 em andamento e 2 não iniciadas.

1. Obter rendimentos melhores do meu portfolio e reavaliar a distribuição dos meus ativos anualmente. A rentabilidade tem diminuído em função das quedas nas taxas de juros da economia, mas estou reavaliando o portfolio no final de março de cada ano.

2. Acumular 1 milhão de reais. Em andamento.

3. Evitar déficit de consumo. Em andamento.

4. Trocar meu carro urbano  (no momento, o Volvo C30 está no topo da minha lista). Não iniciado. No momento o Mini Cooper S está no topo da lista.

5. Desenvolver uma política de investimento. Em andamento, vou escrever um artigo específico sobre isso.

6. Comprar um moradia definitiva

7. Construir/comprar uma casa fora da cidade. Não iniciado.

8. Comprar um carro off-road.

 

2013.09 – O que não fazer

março 2nd, 2013

Há bastante tempo tenho escrito sobre o que fazer. Hoje resolvi salientar o que não fazer. A lista vem do livro “Investimentos Inteligentes”, do Gustavo Gerbasi.

  1. Ter uma única fonte de renda. O princípio básico da diversificação para administrar o risco de perda abrupta do rendimento familiar em caso de desemprego repentino do provedor. Esse risco também pode também ser mitigado pela criação de um fundo de emergência que garanta o cumprimento das obrigações da família por um período de 6 a 8 meses.
  2. Esperar sobrar dinheiro. Não adianta esperar que a sua renda se ajuste. A renda é a restrição, o que precisa ser ajustado é o seu padrão de consumo. Também vale lembrar que quanto mais cedo você começar mais o seu dinheiro trabalhará por você, esse é o milagre dos juros compostos, onde o tempo faz o bolo crescer.
  3. Trabalhar com muitas instituições financeiras. Se você espalhar muito o seu dinheiro, duas coisas podem acontecer no mínimo, um maior volume de taxas pagas às instituições financeiras e um custo de oportunidade pela escala nas negociações com os bancos. Um volume maior de recursos provavelmente lhe renderá melhores opções de investimento.
  4. Trabalhar apenas com uma instituição financeira. Você está limitado ao portfolio dessa instituição e sujeito ao seu risco de continuidade. Fique de olho. Aqui em casa trabalhamos com dois bancos, um público e um privado, ambos de grande porte.
  5. Querer começar grande. Quando se trata de dinheiro, o tempo é um fator tanto ou mais relevante que o montante.
  6. Poupar, ao invés de investir. Poupar é o primeiro passo, o segundo é encontrar o melhor uso dos seus recursos para obter o melhor rendimento possível, ou seja, é preciso investir.
  7. Ter um único investimento. É preciso diversificar para administrar o risco e também para buscar o melhor rendimento. Em tempos de juros baixos é preciso buscar alternativas.
  8. Sonegar impostos. A receita está cada vez mais equipada e as multas para os sonegadores são altíssimas. Faça a coisa certa!
  9. Contribuir desnecessariamente para o INSS. Se você é autonômo, provavelmente vale mais a pena investir o valor da contribuição por conta própria, do que dar dinheiro para o governo financiar a aposentadoria de outro.
  10. Manter o FGTS intocável. O FGTS rende menos que a poupança, qualquer alternativa é melhor. Avalie as oportunidades de saque permitidos.
  11. Não aproveitar as vantagens de um PGBL. É uma alternativa para a contribuição ao INSS e uma forma de planejar a sua aposentadoria.
  12. Hiperatividade ou giro excessivo nos investimentos. Cuidado com o impacto das taxas e dos impostos sobre a rentabilidade. Lembrem-se que alguns consultores de investimentos, especialmente em corretoras, ganham uma taxa a cada transação e seu interesse principal é estimular o maior número de operações possíveis.
  13. Paralisia nos investimentos. O mercado está sempre em evolução, o que era uma boa opção no ano passado pode não ser mais.
  14. Alavancagem com possibilidade de perda. Nunca tome dinheiro emprestado para investir com risco alto. A perda pode te pegar de surpresa.

2013.02 – O que fazer com o dinheiro em 2013?

janeiro 12th, 2013

Aquecimento da economia brasileira, medidas para combater a crise na Europa, acordo aprovado no Congresso americano para evitar a recessão em 2013. Todas essas notícias lembram o cenário otimista previsto para 2012 que não se concretizou.

Um fato que parece ter vindo para ficar é a redução dos juros na economia brasileira e, consequentemente, da rentabilidade das aplicações financeiras de renda fixa e baixo risco. O brasileiro vai ter que fazer ginástica e sair da dupla poupança/fundo di para melhorar a rentabilidade dos seus investimentos.

Outro efeito colateral do ambiente de juros baixos é que o prazo para acumular recursos necessariamente é maior. Essas condições reforçam a necessidade de começar a acumular recursos para aposentadoria o mais cedo possível e de ser disciplinado em relação aos seus investimentos.

Nos últimos dias, diversos artigos tem sido publicado indicando alternativas de investimento para buscar uma rentabilidade melhor como por exemplo os fundos imobiliários e títulos de dívida imobiliária, de infraestrutura e do agronegócio, ambos isentos de Imposto de Renda. Sem pagar o IR, os fundos imobiliários chegam a render 0,7% ao mês ou 8,73% ao ano líquidos.

Uma das variáveis mais importantes na economia brasileira ainda é a inflação. Se a inflação romper o teto da meta (6,5%), o Banco Central se verá obrigado a elevar os juros. Quem acredita nesse cenário deve preferir os fundos DI e os títulos pós-fixados, como as LFTs do Tesouro Direto.

Em 2012, a combinação não usual de inflação alta e taxa de juros baixa (normalmente quando a inflação sobe, o Banco Central eleva também as taxas de juros) impulsionou as aplicações atreladas ao IPCA, que tiveram rendimentos próximos de 20%.

Para escolher as melhores alternativas de investimentos é preciso considerar a sua tolerância ao risco, as taxas de administração e a tributação incidente sobre a opção de investimento sendo considerada.

Pare de ser a pessoa que você pensa que deve ser… Torne-se aquela que você quer ser!

outubro 30th, 2012

Como sua vida tem andado? Tens mais momentos negativos do que positivos na balança? Tem dedicado mais tempo perseguindo coisas que a sociedade espera que você tenha ao invés daquilo que você realmente quer?

Supere isso. Deixe tudo para trás.

Eu sei que não é tão simples, obviamente. Mas para se mover na direção que você deseja, você precisa escapar o local em que se encontra nesse momento. Mais especificamente, você deve parar de ser a pessoa que você pensa que deve ser.

Talvez essa seja a pessoa que você foi aconselhado a ser, mas que nunca lhe pareceu perfeito. Nos fixamos no que nossos pais queriam, nossos companheiros querem, no que a sociedade quer. Nunca levando em consideração se essa é a pessoa que realmente queremos ser.

Não me levem a mal, não estou em depressão e também não pretendo fugir para Bali.

Mas a cada ano que passa, entrevisto uma nova leva de estudantes e recém formados para o processo de recrutamento e fico cada vez mais preocupada com a quantidade enorme de jovens que escolhe uma formação sem convicção e  não consegue explicar exatamente para onde vai. Nenhum vento ajuda quem não sabe para onde vai.

Me parece que estamos numa política de dar títulos para as pessoas, qualquer área serve. No momento em que começamos o ensino médio, todos os adultos em nossas vidas – pais, professores, orientadores – nos recomendam explorar todas as possibilidades para escolher a carreira que pretendemos seguir. E mesmo aqueles que não conseguem de fato escolher uma carreira, acabam seguindo a opção disponível seja em função das bolsas disponíveis atualmente ou por uma carreira genérica que se entende apresentam bons prospectos de crescimento.

Em outras palavras, todos seguimos o script para tentar ter uma vida melhor. Por favor não me entendam mal: não sou anti-faculdade. Acredito que quanto mais estudo maior a renda. Só sou contra fazer algo com o qual não nos identificamos, sou contra seguir algo cegamente.

Medo de ser diferente

Quantos estudantes provavelmente evitariam uma troca de curso se tivessem avaliado suas opções por mais tempo depois do ensino médio? Sei que nem todas as famílias tem a capacidade de enviar seus filhos para “viajar” entre o ensino médio e a faculdade. Mas talvez uma parada para fazer o cursinho no ano seguinte ao colégio ou para trabalhar um pouco ajudasse os jovens a escolher melhor o curso de graduação.

Quantas mulheres gostariam de ficar em casa e investir seu tempo no cuidado da família mas se sentem pressionadas a perseguir uma carreira? Ou vice-versa, quantas mulheres não tem nenhum interesse em ter filhos mas questionam as próprias decisões em função da cobrança da sociedade?

Quantos jovens escolhem a carreira em função do resultado de uma pesquisa de salários, ou pior, pela disponibilidade de vagas do Pro-uni. Trabalhamos a maior parte da vida, será que é pedir demais que as pessoas se identifiquem com o que fazem?

Como encontrar o seu caminho?

Como podemos deixar de andar em círculos ao redor da idéia do que deveríamos ser? Se preparar para essa mudança será diferente para cada pessoa, mas provavelmente vai incluir uma ou mais das seguintes opções:

  • Aconselhamento de carreira
  • Coaching
  • Identificar a sua visão de vida e futuro
  • Educação continuada
  • Avaliar o impacto financeiro com ou sem a ajuda de um consultor

Eu sei que soa piegas, mas se a sua vida não está funcionando, mude-a. 

É difícil lutar contra todo o nosso condicionamento de seguir um caminho. No fim das contas, você precisa decidir quanto da sua vida será definido pela expectativa das outras pessoas.

Mudança é crescimento

Nota: Não estou fazendo uma apologia ao egoísmo. Outras pessoas podem ser afetadas nesse processo, especialmente aquelas diretamente dependentes de você. Mas admitir que a situação atual não é o que você e que gostaria de explorar outrar outras possibilidades não é o mesmo que anunciar para a sua família que abandonou o emprego e comprou um barco.

Você pode até decidir adiar as mudanças maiores. Por exemplo, você pode decidir seguir um plano acelerado de investimentos que lhe permitirá se “aposentar” da sua atividade atual antes do esperado e nesse meio tempo preparar-se em paralelo para perseguir o seu sonho de conhecer o mundo ou abrir o próprio negócio.

O importante é que enquanto você atende as suas obrigações atuaisvocê já dê os passos necessários para realizar o seu sonho.Faça aulas de idioma, ou de gastronomia ou de administração. Identifique pessoas de sucesso que possam ser os seus mentores na nova profissão. Pesquisa as melhores práticas para colocar o seu plano em ação.

Mudança é difícil. A mudança pode até doer. Mas mudança é crescimento, e mudança é necessária.

Se prepare o melhor possível para a resistência inevitável. Mas mantenha essa idéia como referência: as noções das outras pessoas sobre quem você é te mantiveram onde você não quer estar. Apenas você pode decidir quanto da sua vida dedicar às expectativas dos outros.

Algumas dicas para controlar o consumo

setembro 10th, 2012

Como eu já disse várias vezes, não tenho muita dificuldade em ganhar dinheiro e tenho menos ainda em gastá-lo. Infelizmente, a regra de ouro das finanças pessoais ainda é a mesma. É preciso gastar menos do que se ganha para acumular riqueza e atingir os seus objetivos.

Ganhar mais dinheiro é uma opçào, mas é preciso lembrar que para cada real de aumento é na verdade  apenas R$0,72 a mais já que o imposto de renda vai ficar com uma fatia. Por outro lado cada real que se economiza reduzindo os gastos é efetivamente R$1 a mais. Aqui vão algumas dicas que estou empregando para manter o consumo sob controle. Escolha as que melhor se aplicarem a você.

1. Monitore as despesas

Quando os R$50 que você sacou ontem desaparecem e você não sabe onde foram parar, você tem um problema. Monitar o seu consumo identifica onde os vazamentos estão. Documente cada centavo gasto, onde foi gasto e porque. Quanto dessas despesas poderiam ser consideradas “necessidades”?

2. Mudando os pequenos hábitos

A chave para ser bem sucedido eliminando as despesas desnecessárias é dar um passo de cada vez. Se o seu controle de despesas revelar que você gasta 30% da renda com almoços, você provavelmente não será capaz de trocar os restaurantes pela marmita da noite para o dia. Mas talvez seja possível rever as opções de almoço. Se você é como eu que sempre compra o café da manhã no caminho do escritório (por café entenda-se coca cola, já que não bebo nada quente) pode tentar trazer de casa. No caso da coca cola, o preço na frente do escritório é pelo 3 vezes o preço do supermercado.

Identifique um novo alvo por mês, e ataque! Não vai demorar muito para encontrar um equilíbrio no orçamento que você pode aceitar.

3. Use dinheiro em espécie

Foi uma das experiências mais bem sucedidas que empreendi nos últimos tempos. Por algumas semanas, eu deixei os cartões de crédito e débito em casa e paguei em dinheiro. O efeito nos gastos foi imediato, mas trouxe uma certa dificuldade de controle. Usar o cartão facilita o controle das despesas. Alguns bloggers de finanças argumentam que ao usar dinheiro em espécie ou cheques, tomamos mais cuidados com o destino do dinheiro.

4. Dê a si uma mesada

Defina um valor mensal ou semanal para gastar como quiser. Assim você evita a crise de abstinência de consumo e tem mais chance de se manter fiel a sua rotina frugal. Pense numa dieta, sempre tem aquele dia que a sobremesa está liberada, não é verdade?

5. Compras de viagem em dinheiro

Eu viajo bastante a trabalho. Esse ano apenas, já estive 3 vezes nos Estados Unidos e 1 no México. Especialmente nos Estados Unidos, onde os preços são muito melhores do que no Brasil, é difícil controlar o consumo. Na última viagem, levei uma quantidade de dólares e adivinhem, sobrou dinheiro… Estou pensando em começar a comprar uma quantia de dólares por mês para limitar os meus gastos nas futuras viagens.

6. Listas de supermercado realmente funcionam

Faça uma lista, e se atenha a ela. Evite as compras de impulso. Não compre mais comida, especialmente as frescas, do que vai consumir em um dia ou dois. Eu adoro cerejas, mas é bem comum, esquecê-las no refrigerador até que estraguem. Planeje o cardápio da semana.

7. Estabeleça uma meta

Porque você está economizando? Você está tentando constituir um fundo de emergência, eliminar as dívidas ou trocar de carro? Qualquer que seja a sua motivação, estabeleça uma meta clara para perseguir. Se te ajudar, abra uma conta de poupança ou outro tipo de investimento específica para a sua meta. Monitore o progresso e permaneça motivado.

 

Tarefa 29: Estabeleça metas

agosto 15th, 2012

Estabeleça metas.

Assim como na maioria das coisas na vida, estabelecer metas factíveis é uma vantagem competitiva. Isso se aplica tanto às finanças pessoais como também ao seu bem-estar físico. Ao definir uma coisa que você deseja comprar ou uma data limite para eliminar um certo débito, você cria um propósito para o seu processo de decisão e um parâmetro para medir o seu progresso e avaliar os resultados. De outra forma, poder ser difícil manter a disciplina e o equilíbrio nas finanças.

Se você está procurando um ponto de partida para as metas, pode dar uma olhada nas 28 tarefas anteriores e ver se alguma delas poderia ser a sua primeira meta para as finanças. Alguns exemplos de metas:

  • Curto prazo: Manter-se no orçamento, pagar as contas em dia, evitar gastos deficitários e eliminar dívidas.
  • Médio prazo: Fortalecer a poupança, comprar uma casa, comprar ou trocar de carro e eliminar dívidas..
  • Longo prazo: Economizar para a faculdade do seu futuro filho, aposentadoria e eliminar dívidas (já entedeu o padrão?). E talvez dar a volta ao mundo…

Há algum tempo atrás eu estabeleci quarenta metas para perseguir até completar quarenta anos que talvez possam servir de inspiração. Boa sorte!

Tarefa 24: Faça uma lista de desejos para controlar os seus impulsos

julho 26th, 2012

Faça uma lista de desejos para controlar seus impulsos.

Todos sofremos de um pouco de remorso de comprador. No fim das contas, aquela tal saia maravilhosa não ficou tão perfeita assim como prometido. Depois da primeira vez, já começo a pensar num outro destino para ela. Tudo bem, a culpa não é da saia, é do espelho. De qualquer forma, a tarefa de hoje é fazer uma lista de desejos para focar a sua energia e evitar as compras por impulso.

Você já tem uma lista do que você precisa; é hora de fazer uma lista de desejos para ajudar a decidir o que você realmente quer. Um carro novo? Uma viagem para NY? Ao estabelecer metas claras e visíveis, você as terá sempre em mente quando for tentado a trocar o ipad que você acabou de comprar pela nova versão. Você vai ter uma percepção mais alerta de todas as tentações e armadilhas consumistas.

Não se entregue às liquidações. Você realmente precisava de um casaco/sapato novo? Fique firme, fique na sua e lembre-se das suas metas!

É preciso apenas meio segundo de força de vontade para resistir e ir embora, sabendo que o dinheiro que não foi gasto hoje te aproximou um pouquinho mais da sua meta. Toda vez que você riscar um item da sua lista de desejos, comemore! Lembrando que não vale fugir do orçamento para comprar a lista de desejos.

Gaste alguns minutos e faça a sua lista. Não tenha medo de pensar grande! Te manterá motivado e com foco.

A minha lista está começando com um mini cooper..