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2014.14 – O desafio do investimento: É hora de levar a sério

abril 21st, 2014

“Motivação é o que faz você começar. Hábito é o que mantém você no caminho.” – Jim Ryun, medalista olímpico

Nos primeiros meses desse ano, me concentrei em reduzir os gastos e gerar um excedente maior para investimentos. A motivação inicial foi aumentar as minhas reservas financeiras. As  ações nesses meses tiveram muito mais a ver com repensar meus hábitos de consumo do que com o destino dos recursos em si. Alguns estudos indicam que apenas metade das pessoas que estabelece uma meta de longo prazo continua comprometida após 90 dias. No final de abril, eu completo o meu desafio de 90 dias. Se continuar um pouco mais, talvez isso se torne um hábito.

Dica para formar um hábito

No que diz respeito a hábitos financeiros, a dica mais prática é tornar os seus investimentos automáticos através das aplicações programadas disponíveis nos Bancos.

Mais uma coisa – Ou talvez duas ou três

Apesar da aplicação programada ser uma boa forma de transformar o investimento em um hábito, talvez não funcione para todo mundo. Aqui vão algumas dicas para ajudar com as suas metas esse ano:

Escreva.  Os especialistas dizem que é muito mais fácil atingir uma meta clara e específica. É difícil ser mais específico que determinar um valor para aposentadoria. Dê a sua meta mais poder ao escrevê-la.  E a mantenha a vista para os momentos em que duvidar sua decisão.

Cria metas intermediárias que sirvam de guias para o seu caminho. A aposentadoria pode ser uma noção muito distante no seu momento de vida.  Divida essa meta em metas menores que vão te ajudar a atingir o objetivo final. Por exemplo: comece com um fundo de emergência, depois a entrada da casa própria, e a swim por diante.

Seja responsável e preste contas. Encontre uma pessoa que você confie para ajudá-lo a encontrar o caminho de volta nos momentos de fraqueza. Essa pessoa pode ser seu cônjuge, um amigo, ou um orientador profissional. É importante que a pessoa entenda as suas metas e a importância destas metas para você.

 

2013.25 Títulos públicos

julho 1st, 2013

Títulos públicos são aqueles emitidos pelas três esferas de governo (municipal, estadual e federal) com o objetivo que conseguir dinheiro para financiar atividades nas áreas de educação, saúde e infraestrutura, além do pagamento da dívida pública. Quem emite e controla os títulos, no âmbito do governo federal, é a Secretaria do Tesouro Nacional.
Há diversos tipos de títulos com diferentes prazos e rentabilidade, desde juros prefixados até pela taxa Selic. Os estaduais e municipais são mais arriscados já que, diferentemente da União, Estados e Municípios não podem emitir moeda.

Programa de título públicoTesouro Direto

Hoje em dia, é possível comprar títulos públicos federais do Tesouro Nacional pela Internet (saiba mais aqui) ou então por meio dos Agentes de Custódia, as instituições financeiras que podem operar o Tesouro Direto. A aplicação inicial é variável conforme o tipo de título público.

Vantagens

– Melhor rentabilidade entre os investimentos de baixo risco

– O próprio investidor, pela internet, pode administrar e tem maior controle sobre sua carteira de investimento

– Pelas possibilidades de investimento, é possível ter uma carteira diversificada quanto a prazos e rentabilidade

– Liquidez garantida pelo Tesouro Nacional

Desvantagens

– A garantia da rentabilidade acordada na hora do investimento diz respeito apenas ao dia de seu vencimento. Se o investidor decidir resgatar antes de seu término está sujeito a ganhos maiores ou perdas por conta das variações do mercado. Ser um ativo de renda fixa não impede que preços e taxas praticadas não variem ao longo do tempo.

– Além da tributação do Imposto de Renda* e do IOF (para aplicações com prazo inferior a 30 dias), o investidor terá outros custos. Ao comprar o título é cobrada uma taxa de negociação de 0,10% sobre o valor da operação. A cada semestre, ou no pagamento de cupom de juros ou ainda no vencimento do título, é cobrada uma taxa de 0,30% ao ano, proporcional ao período em que o investidor mantiver o título. Isso sem contar as taxas pagas aos Agentes de Custódia e às taxas de prestação de outros serviços, quando for o caso. Desta forma, a taxa de 0,30% incide sobre o valor do título, assim como a de 0,10%; o mesmo vale para o Agente de Custódia.

– É preciso realizar uma aplicação inicial mínima de 20% do preço do título a ser comprado, aproximadamente R$ 100. Há também limite máximo de investimento: R$ 400 mil

– Os resgates (vendas dos títulos) só podem ser realizados entre as 9h de quarta-feira às 5h de quinta-feira.

– Apesar de existirem títulos com vencimentos a curto prazo, o Tesouro Direto é mais indicado para investimentos a médio e longo prazo.
*Tabela de Imposto de Renda para aplicações no Tesouro Direto

Prazo de 180 dias – 22,5%
Prazo de 181 até 360 dias – 20%
Prazo de 361 até 720 dias – 17,5%
Prazo acima de 720 dias – 15%

2013.24 Poupança

junho 29th, 2013

A caderneta de poupança é um investimento tradicional, conservador e muito popular entre investidores de menor renda.

Quase todos os bancos comerciais possuem esse tipo de investimento e não é preciso ser correntista para investir. Basta apenas comparecer uma agência bancária portando CPF, documento de identidade e comprovantes de renda e residência.

A caderneta de poupança é, provavelmente, o investimento mais popular no Brasil.

Até maio de 2012 rentabilidade é calculada a partir de uma taxa de juros de 0,5% ao mês, aplicada sobre os valores atualizados pela TR (Taxa Referencial), creditada mensalmente na data de aniversário da aplicação. A partir da medida provisória 567/2012, o rendimento passou de 6,17% ao ano (que é os 0,5% ao mês acumulados no período de um ano), mais a Taxa Referencial – TR, para 70% da taxa básica de juros (Taxa Selic), mas somente quando a Selic for igual ou menor que 8,5% ao ano. Para os clientes de cadernetas já existentes, que realizaram depósitos depois do dia 04.05.2012, os bancos abriram duas contas de poupança: uma com os depósitos feitos até o dia 03.05.2012 e outra com os novos ingressos de dinheiro – ambas sob o mesmo CPF.

Vantagens

– Liquidez imediata

– Não há prazos, mas valores mantidos por menos de um mês não recebem remuneração.

– Transação de baixo risco. Aliás, investimentos de até R$ 60 mil em uma conta poupança são garantidos pelo Fundo Garantidor de Crédito. O que significa que em caso de falência ou liquidação de uma instituição financeira este valor não será perdido.

– Para Pessoas Físicas há isenção de Imposto de Renda. Pessoas Jurídicas sofrem incidência de IR sobre os rendimentos com as seguintes alíquotas:

Aplicações até 180 dias: 22,5%
Aplicações de 181 a 360 dias: 20%
Aplicações de 361 a 720 dias:17,5%
Aplicações acima de 720 dias: 15%

Desvantagem

Por ser uma aplicação altamente conservadora, seu rendimento pode ser menor até mesmo do que outras aplicações conservadoras.

2013.23 Ações

junho 27th, 2013

Ação é um valor mobiliário, emitido por sociedades anônimas, que representa uma parcela do seu capital social.

O proprietário de ações emitidas por uma companhia é chamado de acionista e tem status de sócio, tendo direitos e deveres perante a sociedade, no limite das ações adquiridas.

Apesar de todas as sociedades anônimas terem o seu capital dividido em ações, somente as ações que forem emitidas por companhias de capital aberto, as quais possuem registro na CVM, poderão ser negociadas publicamente.

A propriedade da ação é representada por um “Certificado de Ações” ou pelo “Extrato de Posição Acionária” emitidos, respectivamente, pela companhia e por uma instituição contratada pela sociedade para o atendimento aos acionistas. Em qualquer caso, no documento deverá constar, dentre outras informações, o número de ações possuídas e o nome do acionista.

Observação: Atualmente, as ações são predominantemente escriturais, isto é, sua propriedade é comprovada por extratos e não mais por cautelas.

O investimento em ações é considerado de renda variável.

Fonte: site Primeiro Milhão UOL

2013.22 CDBs e RDBs

junho 25th, 2013

CDB – Certificado de Depósito Bancário

RDB – Recibos de Depósito Bancário

O CDB e o RDB são títulos de renda fixa, representativos de depósitos a prazo, utilizados pelos bancos comerciais como mecanismos de captação de recursos.

Estes tipos de investimento envolvem uma promessa de pagamento futuro do valor investido, acrescido da taxa pactuada no momento da transação.

Ao comprar um CDB, você está emprestando dinheiro para o Banco e recebendo juros em troca. Ao final do prazo contratado, o banco deve lhe pagar o valor aplicado (principal), acrescido da remuneração prevista quando da aplicação.

Esta remuneração nunca é negativa. A diferença entre os CDBs e os RDBs é que os CDBs podem ser negociados antes do vencimento, enquanto os RDBs são inegociáveis e intransferíveis.

Porém, no caso do CDB, negociar o título antes do prazo mínimo implica em perda de parte da remuneração (devolução com deságio).

É importante lembrar que tanto o CDB quanto o RDB podem ser resgatados junto à instituição emissora, antes do prazo contratado, desde que decorrido o prazo mínimo de aplicação. Antes do prazo mínimo não são auferidos rendimentos.

Fonte: Site Primeiro Milhão Uol

2013.21 Fundos de investimento

junho 23rd, 2013

Definição: Fundo de Investimento é um conjunto de recursos, captados de pessoas físicas ou jurídicas, com o objetivo de obter ganhos financeiros a partir da aplicação em títulos e valores mobiliários. Em outras palavras: os recursos de todos os investidores de um fundo de investimento são usados para comprar bens (títulos) que são de todos os investidores, na proporção de seus investimentos.

Organização: um fundo é organizado sob a forma de condomínio e seu patrimônio é dividido em cotas, cujo valor é calculado diariamente por meio da divisão do patrimônio líquido pelo número de cotas em circulação.

O patrimônio líquido é calculado pela soma do valor de todos os títulos e do valor em caixa, menos as obrigações do fundo, inclusive aquelas relativas à sua administração. As cotas são frações do valor do patrimônio do fundo.

Funcionamento: o funcionamento dos fundos obedece a normas da CVM e a um regulamento próprio, que só pode ser alterado por decisão dos cotistas (ou, nos casos de necessidade de adequação à legislação vigente, por determinação da CVM).

O regulamento é o principal documento que regula o fundo de investimento e nele estão descritas as regras relativas ao objetivo, à política de investimento, aos tipos de ativo negociados, aos riscos envolvidos nas operações, às taxas de administração e outras despesas do fundo, bem como ao seu regime de tributação e outras informações relevantes.

Quais os Fundos de Investimento

No Brasil, além da classificação estabelecida pela CVM, existe uma subclassificação feita pela Associação Nacional dos Bancos de Investimento (ANBID), entidade representante de instituições que atuam na gestão e administração de fundos de investimento e outros serviços relacionados ao mercado de capitais.

A classificação da CVM para os fundos mais ofertados ao público está descrita na Instrução CVM nº 409/2004. O resumo abaixo, cujo propósito é meramente informativo, foi produzido com o intuito de tornar as informações sobre fundos de investimento mais acessíveis ao investidor não qualificado, não consistindo em recomendações financeiras, legais, fiscais, contábeis ou de qualquer outra natureza.

Classificação da CVM

Principais classes de fundos de investimento (regulamentados pela instrução CVM 409/04):

Fundos de Curto Prazo

Devem investir seus recursos, exclusivamente, em títulos públicos federais ou privados de baixo risco de crédito com prazo máximo de 375 dias e prazo médio da carteira de, no máximo, 60 dias.

São fundos cuja rentabilidade geralmente está associada às taxas SELIC ou CDI e considerados mais conservadores quanto ao risco, sendo compatíveis com objetivos de investimento de curto prazo, pois suas cotas são menos sensíveis às oscilações das taxas de juros. O crédito do resgate costuma se dar no mesmo dia da solicitação.

Fundos Referenciados

Devem acompanhar a variação do indicador de desempenho (benchmark) definido em seu objetivo, mantendo, no mínimo, 95% de sua carteira composta por ativos que acompanhem referido indicador. Podem utilizar derivativos apenas com o objetivo exclusivo de proteção (hedge), sem permitir alavancagem.

Dentre os referenciados, o fundo mais popular é o DI, cujo objetivo de investimento é acompanhar a variação diária das taxas de juros no mercado interbancário (CDI). Como este tipo de fundo procura acompanhar a variação das taxas de juros, pode se beneficiar de um cenário de alta dessas taxas. Geralmente o crédito do resgate se dá no mesmo dia da solicitação.

Fundos de Renda Fixa

Devem aplicar pelo menos 80% de seus recursos em títulos de renda fixa – públicos ou privados, pré ou pós-fixados – e ter como principal fator de risco a variação da taxa de juros e/ou de índice de preços. Podem utilizar derivativos tanto para proteção da carteira quanto para alavancagem. Nos fundos de Renda Fixa a rentabilidade pode ser beneficiada pela inclusão, em carteira, de títulos que apresentem maior risco de crédito, como os títulos privados. Geralmente o crédito do resgate se dá no mesmo dia da solicitação.

Fundos de Ações

São também chamados de fundos de renda variável e devem investir, no mínimo, 67% de seu patrimônio em ações negociadas em bolsa ou mercado de balcão organizado. Alguns fundos deste tipo têm como objetivo de investimento acompanhar ou superar a variação de um índice do mercado acionário, tal como o IBOVESPA ou o IBX.

Como seu principal fator de risco é a variação nos preços das ações que compõem sua carteira, podem ser compatíveis com objetivos de investimento de longo prazo e que suportem uma maior exposição a riscos em troca de uma expectativa de rentabilidade mais elevada. Geralmente o crédito do resgate se dá quatro dias após a solicitação.

Fundos Cambiais

Devem manter, no mínimo, 80% de seu patrimônio investido em ativos que sejam relacionados, direta ou indiretamente (via derivativos), à variação de preços de uma moeda estrangeira, ou a uma taxa de juros denominada cupom cambial. Os mais conhecidos são os chamados Fundos Cambiais Dólar, que buscam acompanhar a variação de cotação da moeda americana. Geralmente o crédito do resgate se dá no dia seguinte ao da solicitação.

Fundos de Dívida Externa

Devem aplicar, no mínimo, 80% de seu patrimônio em títulos brasileiros negociados no mercado internacional e podem utilizar derivativos, negociados no Brasil ou não, com o objetivo exclusivo de proteção. Os 20% restantes podem ser aplicados em outros títulos de crédito transacionados no exterior.

Os títulos componentes de sua carteira são mantidos fora do país. Para o investidor no Brasil, este fundo é uma forma ágil e de baixo custo operacional para aplicar em papéis do governo brasileiro negociados no exterior.

Fundos Multimercado

Devem apresentar política de investimento que envolva vários fatores de risco, sem o compromisso de concentração em nenhum fator em especial, podendo investir em ativos de diferentes mercados – como renda fixa, câmbio e ações – e utilizar derivativos tanto para alavancagem quanto para proteção da carteira.

Considerados os fundos com maior liberdade de gestão, buscam rendimento mais elevado em relação aos demais, mas também apresentam maior risco, sendo, portanto, compatíveis com objetivos de investimento que, além de procurar diversificação, tolerem uma grande exposição a riscos na expectativa de obter uma rentabilidade mais elevada. Nestes fundos, o crédito do resgate nem sempre se dá no mesmo dia da solicitação.

O Ranking dos fundos da Infomoney pode ajudar a identificar o fundo de investimento adequado para você.

2013.16 – Educação: investimento de retorno garantido?

abril 28th, 2013

Sou da opinião que a educação, e com ela a possibilidade de aprender, é um dos melhores investimentos, definitivamente. Com educação não só melhoramos nossa qualificação e consequentemente ampliamos às oportunidades de ampliar a nossa renda o que é um retorno direto do investimento como também nos ajuda a evoluir, em última instância, nos torna pessoas melhores.

Acredito que para conquistar espaço e ser reconhecido, é fundamental esforço para aprender. Sempre ouço pessoas citando exemplos como Bill Gates ou Steve Jobs, que não se formaram e conseguiram chegar muito longe. É verdade, mas todos eles foram pessoas que, mesmo fora da universidade, se empenharam muito em aprender. Segundo a pesquisa de Malcolm Gladwell para o livro “Outliers”, Bill Gates já tinha acumulado mais de 10.000 horas de programação quando criou a Microsoft.

Por isso, todo esforço que se faz é importante para conquistar algo lá frente (quem não se lembra do discurso de Jobs falando de “conectar os pontos”, não é mesmo?). Aprendizado pode acontecer (ou não acontecer) em qualquer meio: na faculdade, no trabalho, na rua, no convívio com amigos, em casa e por ai vai.

Em 2010, eu fiz uma experiência lecionando para alunos de graduação. Eu acreditava e ainda acredito que a Academia precisa de ajuda dos profissionais ativos no mercado para aproximar o conteúdo que é oferecido das demandas que os profissionais enfrentam ao ingressar no mercado de trabalho. Qual não foi a minha frustração ao enfrentar a falta de interesse, de respeito e de vontade de uma grande parcela dos alunos. O que tocou mais nesse processo foi perceber que a maioria dos alunos que eu conheci tem uma postura totalmente alheia, como se a responsabilidade pela formação fosse exclusivamente da Universidade e dos professores.

A responsabilidade de quem aprende é enorme. Não dá para ensinar quem não quer aprender. Até concordo, que talvez o problema seja mais profundo do que a simples falta de interesse. Nosso sistema educacional é, para dizer o mínimo, precário desde o ensino fundamental. Preparamos jovens que decoram conceitos para passar em algum exame.

Insisto mais uma vez que o conhecimento está à disposição de todos. Quem pode e tem a oportunidade de buscar uma universidade para realmente estudar, tem todo meu apoio. Mas, também vi muita gente que frequenta a faculdade como um local para encontrar os amigos no barzinho e nas festas apenas. Uma pena.

Depois desse desabafo, melhor voltar ao tema. Afinal, dá para dizer que o investimento em educação tem retorno garantido? Deveríamos fazer uma avaliação financeira ao escolher a carreira?

Segundo o IBGE, entre os brasileiros com 25 anos ou mais sem instrução ou com o fundamental incompleto, 71,6% não têm rendimento ou têm renda familiar de até um salário-mínimo por pessoa. Dos que completaram ao menos a graduação de nível superior, 10,7% tinham renda familiar de até um salário-mínimo por pessoa; 16,2% participavam de casas com renda entre dois e três salários mínimos por pessoa; e 20,5% tinham renda domiciliar entre três e cinco salários-mínimos por pessoa. Acho que podemos dizer que sim, educação tem uma relação direta com aumento da renda e, portanto, podemos assumir que investir em educação tem retorno do ponto de vista financeiro.

Por outro lado, tenho um pouco de resistência em aconselhar que a pessoa escolha a carreira com base em uma análise financeira. Eu acredito que a avaliação do mercado de trabalho é um componente importante na escolha da carreira mas não deve ser o único. De novo lembrando o discurso de Steve Jobs: você precisa encontrar o que você ama!

Stay Hungry. Stay Foolish.