Archive for the ‘Independência Financeira’ category

2014_19 – Recomeçar

setembro 21st, 2014

Faz mais de um mês que eu não encontro tempo na rotina diária para dar uma paradinha por aqui para atualizar o blog. Quando a vida corre nessa velocidade, também é comum que o meu planejamento financeiro seja afetado, então de tempos em tempos é preciso recomeçar.

E para recomeçar eu retorno ao plano original.

  1. Fazer um balanço.
  2. Reequilibrar o orçamento. Afinal a regra de ouro é a mesma de sempre: gaste menos do que ganha.
  3. Deixar o cartão de crédito em casa por um tempo. Eu sou o lado consumista do casal, então controlar os meus impulsos faz uma diferença enorme na nossa situação financeira.
  4. Revisar a estratégia de investimentos. As condições de vida mudam ao longo do tempo, assim como os investimentos disponíveis no mercado. É saudável rever seu plano de investimentos de tempos em tempos mesmo que esteja recomeçando.

Normalmente voltamos ao rumo em pouco tempo. Uma coisa que percebi com esses recomeços, é que o mais difícil no avanço das minhas finanças sempre é cumprir o orçamento.

Verdade: Estabelecer um orçamento (e manter-se fiel a ele) é mais fácil de falar do que fazer – especialmente se você for como eu que gosta de comprar, viajar, comer bem (quem não?). Então, o importante é ter controle e prioridade.

1. Monitore os seus gastos: Parece simples, mas quantos de nós realmente acompanhamos 100% das nossas transações. Tanto faz se você usar um aplicativo de celular, uma planilha eletrônica ou a velha caderneta, documente seus gastos! O processo provavelmente desencadeará uma mudança nos seus hábitos (a realidade do quanto custa o cafezinho diário ou a manicure semanal. No meu caso, os livros. É uma experiência essencial para quem está tentando sair do vermelho mas também é muito importante para quem quer melhorar suas finanças.

2. Valores pessoais: Considere o que é realmente importante para você e priorize seus gastos – em outras palavras, planejamento financeiros baseado em sues valores. Se conhecer o mundo é o seu valor essencial, suas finanças devem ser direcionadas para isso.

2014.17 – Para relembrar: regras de ouro em finanças pessoais

julho 6th, 2014

Já falei nisso várias vezes, mas não custa relembrar. Precisamos nos educar a cerca de finanças, para que as gerações futuras possam conversar sobre dinheiro com naturalidade e escapar das armadilhas de consumo e estilo de vida.

Além de conversar sobre o tema, é preciso colocar em prática. Então vamos relembrar as regras de ouro.

1. Gaste menos do que ganha

O nosso estilo de vida é o que determina a nossa necessidade de recursos. Assim manter um estilo de vida dentro das nossas possibilidades, ou em outras, palavras sustentável é essencial para organizar nossas finanças. É esse estilo de vida que vai determinar se seremos capazes de manter nossa qualidade de vida e criar patrimônio para aproveitar a vida durante todas as suas fases ou se vamos viver de um contracheque até o outro trabalhando até o último suspiro.

Em termos práticos, isso significa manter os gastos mensais abaixo da nossa renda, de modo que exista sobra capaz de ser investida para sonhos e projetos familiares de curto, médio e longo prazo.

Viagens, casa própria, um carro novo, cursar um MBA, dentre outras realizações, são exemplos de decisões que precisam ser pensadas de acordo com o estilo de vida, e não o contrário (muita gente compra para só depois ver como vai conseguir pagar).

Uma referência para começar a planejar um orçamento é a fórmula do equilíbrio financeiro.

Converse com a família e faça um orçamento por escrito. Comprometa-se com ele, ajuste o seu estilo de vida à sua restrição de renda.

2. Cuidados com as dívidas

É preciso entender as implicações de viver em um país com uma das taxas de juros mais elevadas do mundo. Por aqui, os juros do cartão de crédito são, em média, de 238% ao ano. No Peru, os juros são de 55%; no Chile, 54,24%; na Argentina, 50%. Nos EUA, a taxa média é de 17% ao ano.

Isso significa que uma dívida não paga no cartão de crédito pode dobrar em pouco mais de seis meses aqui no Brasil. O cheque especial também é perigoso na medida em que juros elevados (130% ao ano) e é muito fácil de usar. Tenha em mente que crédito fácil é crédito caro.

É prudente, portanto controlar o nível de endividamento familiar para não permitir que os juros cobrados criem o famoso efeito “bola de neve”. É consenso entre especialistas que o nível máximo de dívidas ou compras parceladas não ultrapasse 30% do orçamento familiar mensal. Eu particularmente prefiro buscar viver totalmente livre de dívidas a exceção do financiamento imobiliário.

3. Tenha uma reserva para emergências

Já gastei o meu latim falando sobre a importância de termos um fundo de emergência. E se você perdesse o emprego hoje, por quanto tempo suas economias manteriam seu padrão de vida atual? O que acontece com o orçamento familiar se um dos membros da família parar de trabalhar? Como lidar financeiramente com uma emergência grave de saúde?

As perguntas são fortes, mas representam situações cotidianas. Embora não queiramos vivenciar momentos assim, é preciso considera-los e aceitar que eles podem ocorrer a qualquer hora e com qualquer um (e isso inclui você e sua família!).

O fundo de emergência consiste em um ter um dinheiro guardado em uma aplicação financeira livre de risco para ajudar nos momentos de estresse e falta de recursos. É como se você fosse seu próprio banco, emprestando dinheiro para resolver problemas graves, mas sem cobrar juros. Para determinar o valor necessário no seu fundo de emergência é necessário conhecer as suas necessidades. A recomendação geral é um valor entre 3 a 6 meses das suas despesas fixas mas é preciso adaptar o valor para a sua realidade.

 

2014.04 – Para sair das dívidas, pode valer a pena pensar pequeno

janeiro 23rd, 2014

Ponto para  Dave Ramsey, aparentemente.

Sr. Ramsey, o algumas vezes controverso guru de finanças pessoais, é conhecido por, entre outras coisas, aconselhar os endividados a atacar as dívidas de menor saldo primeiro — independentemente da taxa de juros sobre a dívida — de forma a acabar as dívidas no que ele chama de efeito de bola de neve.

Recentemente, pesquisadores do Kellogg School of Management da Northwestern University processaram dados de uma empresa de cobranças de grande porte e encontraram evidências de que essa “intuição tem base na realidade”.

Pessoas com altas somas de dívida, os pesquisadores descobriram, tem mais probabilidade de serem bem sucedidas liquidando sua dívida se eles atacam os saldos menores primeiro — ainda que essa abordagem acabe incorrendo em custo adicional em juros no longo prazo. Isso é porque, eles dizem,  “maintaining motivation to eliminate debts over a long time horizon might necessitate small wins along the way.”

Em outras palavras, faz bem liquidar uma dívida, e ajuda a perseverar até terminar o processo.

Não é apenas o progresso em números, mas a idéia de estar riscando dívidas da lista que mantel a motivação para continuar no processo de atacar o endividamento. A psicologia importa tanto quanto a matemática.

Os resultados dessa pesquisa estão na edição de Agosto do Journal of Marketing Research.

Os pesquisadores testaram a hipótese de se o encerramento de dívidas individuais afetam a probabilidade do consumidor em eliminar a totalidade do seu endividamento, independente do valor absoluto das dívidas encerradas. Para fazer isso, eles examinaram quase 6.000 indivíduos num programa de cobrança que é desenhado para que os endividados que não podem manter os pagamentos mínimos das suas dívidas. No programa, os participantes são requeridos a fazer um único pagamento ao mês para uma conta de poupança. A firma de cobrança negocia com os credores da dívida para reduzir os saldos e o dinheiro poupado é usado para pagar as dívidas renegociadas. Normalmente leva diversos anos para liquidar o endividamento.

A análise concluiu que o número de dívidas pagas em relação ao número total de dívidas parece ser um melhor indicador de sucesso na liquidação da totalidade da dívida do que o valor pago em relação ao valor total da dívida mesmo que esse último critério seja relativamente mais objetivo como medida de progresso.

Em outras palavras, se existissem dois sujeitos endividados com saldos idênticos de dívida e número de contratos – digamos R$10.000 no total, em 1 dívida de R$6.000, 1 de R$2.000 e 2 de R$1.000 — aquele que, em determinado momento, tiver encerrado mais contratos (2 contratos de R$1.000 ao invés de 1 de R$2.000) teria maior probabilidade de eliminar sua dívida total, ainda que tivessem pago o mesmo valor até aquele momento.

Os resultados da pesquisa podem ter relevância quando aplicados a outras metas, mesmo se essas não forem tão difíceis como eliminar o endividamento. É provavelmente mais fácil liquidar uma lista de tarefas se começar com a mais fácil primeiro ao invés da mais difícil.

Os pesquisadores dizem que não estão necessariamente recomendando essa abordagem para a redução do endividamento. Mas parece fazer sentido informar aos consumidores tanto da abordagem racionalmente ótima de eliminar os débitos com as mais altas taxas de juros primeiro, assim como os benefícios psicológicos de eliminar contratos para que estes tomem uma decisão adequada a sua necessidade.

2013.24 Poupança

junho 29th, 2013

A caderneta de poupança é um investimento tradicional, conservador e muito popular entre investidores de menor renda.

Quase todos os bancos comerciais possuem esse tipo de investimento e não é preciso ser correntista para investir. Basta apenas comparecer uma agência bancária portando CPF, documento de identidade e comprovantes de renda e residência.

A caderneta de poupança é, provavelmente, o investimento mais popular no Brasil.

Até maio de 2012 rentabilidade é calculada a partir de uma taxa de juros de 0,5% ao mês, aplicada sobre os valores atualizados pela TR (Taxa Referencial), creditada mensalmente na data de aniversário da aplicação. A partir da medida provisória 567/2012, o rendimento passou de 6,17% ao ano (que é os 0,5% ao mês acumulados no período de um ano), mais a Taxa Referencial – TR, para 70% da taxa básica de juros (Taxa Selic), mas somente quando a Selic for igual ou menor que 8,5% ao ano. Para os clientes de cadernetas já existentes, que realizaram depósitos depois do dia 04.05.2012, os bancos abriram duas contas de poupança: uma com os depósitos feitos até o dia 03.05.2012 e outra com os novos ingressos de dinheiro – ambas sob o mesmo CPF.

Vantagens

– Liquidez imediata

– Não há prazos, mas valores mantidos por menos de um mês não recebem remuneração.

– Transação de baixo risco. Aliás, investimentos de até R$ 60 mil em uma conta poupança são garantidos pelo Fundo Garantidor de Crédito. O que significa que em caso de falência ou liquidação de uma instituição financeira este valor não será perdido.

– Para Pessoas Físicas há isenção de Imposto de Renda. Pessoas Jurídicas sofrem incidência de IR sobre os rendimentos com as seguintes alíquotas:

Aplicações até 180 dias: 22,5%
Aplicações de 181 a 360 dias: 20%
Aplicações de 361 a 720 dias:17,5%
Aplicações acima de 720 dias: 15%

Desvantagem

Por ser uma aplicação altamente conservadora, seu rendimento pode ser menor até mesmo do que outras aplicações conservadoras.

2013.23 Ações

junho 27th, 2013

Ação é um valor mobiliário, emitido por sociedades anônimas, que representa uma parcela do seu capital social.

O proprietário de ações emitidas por uma companhia é chamado de acionista e tem status de sócio, tendo direitos e deveres perante a sociedade, no limite das ações adquiridas.

Apesar de todas as sociedades anônimas terem o seu capital dividido em ações, somente as ações que forem emitidas por companhias de capital aberto, as quais possuem registro na CVM, poderão ser negociadas publicamente.

A propriedade da ação é representada por um “Certificado de Ações” ou pelo “Extrato de Posição Acionária” emitidos, respectivamente, pela companhia e por uma instituição contratada pela sociedade para o atendimento aos acionistas. Em qualquer caso, no documento deverá constar, dentre outras informações, o número de ações possuídas e o nome do acionista.

Observação: Atualmente, as ações são predominantemente escriturais, isto é, sua propriedade é comprovada por extratos e não mais por cautelas.

O investimento em ações é considerado de renda variável.

Fonte: site Primeiro Milhão UOL

2013.22 CDBs e RDBs

junho 25th, 2013

CDB – Certificado de Depósito Bancário

RDB – Recibos de Depósito Bancário

O CDB e o RDB são títulos de renda fixa, representativos de depósitos a prazo, utilizados pelos bancos comerciais como mecanismos de captação de recursos.

Estes tipos de investimento envolvem uma promessa de pagamento futuro do valor investido, acrescido da taxa pactuada no momento da transação.

Ao comprar um CDB, você está emprestando dinheiro para o Banco e recebendo juros em troca. Ao final do prazo contratado, o banco deve lhe pagar o valor aplicado (principal), acrescido da remuneração prevista quando da aplicação.

Esta remuneração nunca é negativa. A diferença entre os CDBs e os RDBs é que os CDBs podem ser negociados antes do vencimento, enquanto os RDBs são inegociáveis e intransferíveis.

Porém, no caso do CDB, negociar o título antes do prazo mínimo implica em perda de parte da remuneração (devolução com deságio).

É importante lembrar que tanto o CDB quanto o RDB podem ser resgatados junto à instituição emissora, antes do prazo contratado, desde que decorrido o prazo mínimo de aplicação. Antes do prazo mínimo não são auferidos rendimentos.

Fonte: Site Primeiro Milhão Uol

2013.21 Fundos de investimento

junho 23rd, 2013

Definição: Fundo de Investimento é um conjunto de recursos, captados de pessoas físicas ou jurídicas, com o objetivo de obter ganhos financeiros a partir da aplicação em títulos e valores mobiliários. Em outras palavras: os recursos de todos os investidores de um fundo de investimento são usados para comprar bens (títulos) que são de todos os investidores, na proporção de seus investimentos.

Organização: um fundo é organizado sob a forma de condomínio e seu patrimônio é dividido em cotas, cujo valor é calculado diariamente por meio da divisão do patrimônio líquido pelo número de cotas em circulação.

O patrimônio líquido é calculado pela soma do valor de todos os títulos e do valor em caixa, menos as obrigações do fundo, inclusive aquelas relativas à sua administração. As cotas são frações do valor do patrimônio do fundo.

Funcionamento: o funcionamento dos fundos obedece a normas da CVM e a um regulamento próprio, que só pode ser alterado por decisão dos cotistas (ou, nos casos de necessidade de adequação à legislação vigente, por determinação da CVM).

O regulamento é o principal documento que regula o fundo de investimento e nele estão descritas as regras relativas ao objetivo, à política de investimento, aos tipos de ativo negociados, aos riscos envolvidos nas operações, às taxas de administração e outras despesas do fundo, bem como ao seu regime de tributação e outras informações relevantes.

Quais os Fundos de Investimento

No Brasil, além da classificação estabelecida pela CVM, existe uma subclassificação feita pela Associação Nacional dos Bancos de Investimento (ANBID), entidade representante de instituições que atuam na gestão e administração de fundos de investimento e outros serviços relacionados ao mercado de capitais.

A classificação da CVM para os fundos mais ofertados ao público está descrita na Instrução CVM nº 409/2004. O resumo abaixo, cujo propósito é meramente informativo, foi produzido com o intuito de tornar as informações sobre fundos de investimento mais acessíveis ao investidor não qualificado, não consistindo em recomendações financeiras, legais, fiscais, contábeis ou de qualquer outra natureza.

Classificação da CVM

Principais classes de fundos de investimento (regulamentados pela instrução CVM 409/04):

Fundos de Curto Prazo

Devem investir seus recursos, exclusivamente, em títulos públicos federais ou privados de baixo risco de crédito com prazo máximo de 375 dias e prazo médio da carteira de, no máximo, 60 dias.

São fundos cuja rentabilidade geralmente está associada às taxas SELIC ou CDI e considerados mais conservadores quanto ao risco, sendo compatíveis com objetivos de investimento de curto prazo, pois suas cotas são menos sensíveis às oscilações das taxas de juros. O crédito do resgate costuma se dar no mesmo dia da solicitação.

Fundos Referenciados

Devem acompanhar a variação do indicador de desempenho (benchmark) definido em seu objetivo, mantendo, no mínimo, 95% de sua carteira composta por ativos que acompanhem referido indicador. Podem utilizar derivativos apenas com o objetivo exclusivo de proteção (hedge), sem permitir alavancagem.

Dentre os referenciados, o fundo mais popular é o DI, cujo objetivo de investimento é acompanhar a variação diária das taxas de juros no mercado interbancário (CDI). Como este tipo de fundo procura acompanhar a variação das taxas de juros, pode se beneficiar de um cenário de alta dessas taxas. Geralmente o crédito do resgate se dá no mesmo dia da solicitação.

Fundos de Renda Fixa

Devem aplicar pelo menos 80% de seus recursos em títulos de renda fixa – públicos ou privados, pré ou pós-fixados – e ter como principal fator de risco a variação da taxa de juros e/ou de índice de preços. Podem utilizar derivativos tanto para proteção da carteira quanto para alavancagem. Nos fundos de Renda Fixa a rentabilidade pode ser beneficiada pela inclusão, em carteira, de títulos que apresentem maior risco de crédito, como os títulos privados. Geralmente o crédito do resgate se dá no mesmo dia da solicitação.

Fundos de Ações

São também chamados de fundos de renda variável e devem investir, no mínimo, 67% de seu patrimônio em ações negociadas em bolsa ou mercado de balcão organizado. Alguns fundos deste tipo têm como objetivo de investimento acompanhar ou superar a variação de um índice do mercado acionário, tal como o IBOVESPA ou o IBX.

Como seu principal fator de risco é a variação nos preços das ações que compõem sua carteira, podem ser compatíveis com objetivos de investimento de longo prazo e que suportem uma maior exposição a riscos em troca de uma expectativa de rentabilidade mais elevada. Geralmente o crédito do resgate se dá quatro dias após a solicitação.

Fundos Cambiais

Devem manter, no mínimo, 80% de seu patrimônio investido em ativos que sejam relacionados, direta ou indiretamente (via derivativos), à variação de preços de uma moeda estrangeira, ou a uma taxa de juros denominada cupom cambial. Os mais conhecidos são os chamados Fundos Cambiais Dólar, que buscam acompanhar a variação de cotação da moeda americana. Geralmente o crédito do resgate se dá no dia seguinte ao da solicitação.

Fundos de Dívida Externa

Devem aplicar, no mínimo, 80% de seu patrimônio em títulos brasileiros negociados no mercado internacional e podem utilizar derivativos, negociados no Brasil ou não, com o objetivo exclusivo de proteção. Os 20% restantes podem ser aplicados em outros títulos de crédito transacionados no exterior.

Os títulos componentes de sua carteira são mantidos fora do país. Para o investidor no Brasil, este fundo é uma forma ágil e de baixo custo operacional para aplicar em papéis do governo brasileiro negociados no exterior.

Fundos Multimercado

Devem apresentar política de investimento que envolva vários fatores de risco, sem o compromisso de concentração em nenhum fator em especial, podendo investir em ativos de diferentes mercados – como renda fixa, câmbio e ações – e utilizar derivativos tanto para alavancagem quanto para proteção da carteira.

Considerados os fundos com maior liberdade de gestão, buscam rendimento mais elevado em relação aos demais, mas também apresentam maior risco, sendo, portanto, compatíveis com objetivos de investimento que, além de procurar diversificação, tolerem uma grande exposição a riscos na expectativa de obter uma rentabilidade mais elevada. Nestes fundos, o crédito do resgate nem sempre se dá no mesmo dia da solicitação.

O Ranking dos fundos da Infomoney pode ajudar a identificar o fundo de investimento adequado para você.