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2013.13 – Orçamento doméstico

março 31st, 2013

Tenho que admitir que o orçamento doméstico ainda é uma ferramenta mal utilizada por mim e, acredito que pela maioria dos brasileiros. Talvez o motivo principal seja que essa ferramenta é pouco compreendida. Controlar as finanças parece inspirar reações opostas nas pessoas. Uns encaram como um sofrimento a limitação ao seu estilo de vida que privilegia o consumo e a satisfação imediata, outros parecem desenvolver um comportamento quase compulsivo controlando até o último centavo.

Eu estou tentando encontrar um equilíbrio. No ano passado incorporei a minha planilha de controle financeiro um orçamento que foi estabelecido considerando a média histórica dos meus gastos em cada categoria. Não é necessário dizer que o meu resultado do ano só se aproximou do orçado em algumas categorias por pura sorte.

Esse ano estou tentando fazer um processo diferente, estabelecer um orçamento que esteja comprometido com as minhas metas pessoais e que me ajude a atuar com intenção na direção do sucesso. Meu ponto de partida foi a fórmula do equilíbrio financeiro já apresentada em um artigo anterior que determina uma poupança mínima de 20% da renda líquida. Depois disso repassamos todas as categorias considerando o que podemos fazer diferente e estabelecendo uma meta de gasto para cada uma.

Nossa maior dificuldade? Meu consumismo por um lado, e nossa paixão por bons restaurantes por outro.

O Navarro, do Dinheirama, alertou em artigo recente para 4 comportamentos que sabotam o uso de orçamento doméstico pelas famílias que reproduzo a seguir:

1. Não use o orçamento como “muleta”

É muito comum notar famílias que admitem usar algum tipo de ferramenta para gerenciar suas finanças, muito embora seus resultados não surpreendam positivamente. Conheço muita gente que enche o peito e diz“Eu tenho e uso uma planilha para controlar minhas despesas”.

Falta a humildade para reconhecer que se existe a ferramenta, ela está sendo mal utilizada ou que ela está servindo como uma “muleta”. Ora, falar para os outros que cuida do seu dinheiro, mas ainda assim viver “pendurado” e cheio de dívidas é agir de forma hipócrita. Desculpe apontar isso assim, sem rodeios, mas é preciso que sejamos realistas.

Na prática, o que vejo são planilhas incompletas, bagunçadas e preguiçosas. Gastos não anotados de forma completa (adianta categorizar gastos como “Diversos” ou “Outros?”) e longos períodos sem atualização costumam ser os erros mais frequentes.

Atitude desejada: atualize seu orçamento doméstico pelo menos uma vez a cada 15 dias e categorize os gastos de forma que eles façam sentido.

2. Defina objetivos plausíveis

Outra reação bastante usual no relacionamento com o orçamento familiar decorre da demora em ver resultados. Acontece que a estratégia de gerenciar as finanças só vai funcionar se a ela forem associados objetivos claros, devidamente precificados e alocados de forma temporal (curto, médio e longo prazo).

Gosto de um exemplo simples, de uma família que tinha o desejo de viajar durante uma semana para fora do Brasil. Nunca havia dinheiro para isso. Analisando o orçamento familiar, percebemos um exagero nas despesas de lazer.

Depois de muito conversar, perguntei: “Por quê economizar ou rever os gastos com lazer?”. Olhando a planilha e consultando os filhos, a mãe respondeu: “Para poupar durante 12 meses o suficiente para realizarmos nossa viagem”. O desejo foi transformado em meta. Vocês podem imaginar a alegria dessa família depois da viagem?

Atitude desejada: quebrar sonhos ou desejos de consumo abstratos (ou grandes demais) em objetivos plausíveis, mantendo sempre alguns deles no curto prazo – para que possam ser comemorados e alimentem os demais.

3. Associe a disciplina a áreas não relacionadas ao dinheiro

Lidar com nosso dinheiro envolve decisões e emoções enraizadas e construídas a partir de experiências pessoais e familiares, o que torna a mudança e a criação de novos hábitos passos desejáveis, mas nem sempre simples de tirar do papel. Concordo que o peso cultural é grande.

A disciplina é uma característica necessária para que o orçamento doméstico seja eficiente e cumpra seu papel, certo? E se a associarmos com hábitos de diferentes áreas, como a saúde ou a prática de exercícios, por exemplo? Funciona? Sim! Realizar atividades interessantes de forma constante gerará resultados. Estes resultados manterão a motivação.

Atitude desejada: comece a praticar exercícios físicos de forma regular e monitorada. Associe a disciplina do processo à necessidade de aproveitá-la em outras esferas de sua vida pessoal (aqui cabe o orçamento doméstico).

4. Construa o seu orçamento doméstico

A esta altura, torço para que você esteja com vontade de voltar a anotar suas receitas e despesas, avaliar suas decisões de consumo e questionar mais sua vida financeira. “Que ferramenta vou usar para isso, Navarro?”, você pergunta. É imperativo que você experimente as opções disponíveis e construa a sua ferramenta ideal.

Atitude desejada: use diversas versões de planilhas, faça um test drive nas ferramentas online e adapte o que conseguir para que a ferramenta faça sentido para sua família.”

O importante aqui é tentar. Dê o primeiro passo. E continue em frente. Anote tudo numa agenda, use um sistema de mesada, passe de uma planilha pra outra, experimente um aplicativo para o smartphone, peça ajuda. Recomece. Aceite que isso é importante e faça alguma coisa. Faça o que funcionar para você.

2013.12 – Revisão Anual

março 29th, 2013

Essa semana foi meu aniversário. Fazer aniversário é parte de um rito de passagem anual. Uma boa hora, tão boa como outra qualquer, para reavaliar os nossos objetivos.

Em função da minha rotina de trabalho, o meu aniversário marca o começo verdadeiro do ano para mim. Nessa época estou finalizando os projetos do ano anterior e iniciando o planejamento do novo ano.

Achei que seria oportuno revisitar as minhas metas. Metas servem como um norte para os nossos esforços, mas não devem nos imobilizar. Ao contrário, devem evoluir para acompanhar o nosso ritmo de vida.

Metas Pessoais – 2 metas concluídas, 4 metas em progresso e 2 não iniciadas.

1. Atualizar o blog semanalmente por um ano. Durante 2013 foram 12 artigos em 13 semanas. Preciso correr atrás da semana perdida para manter a média de 1 por semana esse ano.

2. Falar espanhol fluentemente. Continuo estudando espanhol através do Itunes -U. Os planos de viagem de 2 semanas de curso de espanhol em Cuzco no Peru foram suspensos por hora.

3. Fazer um curso de gastronomia fora do país (de curta duração, é claro). Não iniciado.

4. Digitalizar todas as minhas fotos. Em progresso.

5. Catalogar minha coleção de DVDs e Blu-ray.

6. Catalogar minha biblioteca.

7. Concluir o curso de fotografia. Não iniciado.

8. Me livrar das coisas desnecessárias e viver mais leve. Eternamente em progresso.

Metas de Aventura/Viagens – 0 metas concluídas. Desde que estabeleci essas metas, minhas viagens internacionais foram basicamente a trabalho, estive 4 vezes nos Estados Unidos, 1 na Colômbia e 1 no México.

1. Obter a minha certificação para mergulhar. Não iniciado.

2. Visitar a Escandinávia. Não iniciado.

3. Visitar a Rússia. Não iniciado.

4. Visitar o Caribe. Não iniciado.

5. Dirigir a Rota 66 num conversível. Não iniciado.

6. Mergulhar na Grande Barreira de Corais (Austrália). Não iniciado.

7. Ver o sol nascer em Machu Pichu. Os planos de estudar espanhol em Cuzco incluem visitar Machu Pichu durante o final de semana.

8.  Assistir aos festivais de Páscoa na Andaluzia. Não iniciado.

Metas Profissionais – 1 meta concluída, 4 em progresso e 3 não iniciadas.

1. Me tornar sócia. Fazer a minha parte não será suficiente, hora de repensar a vida!

2. Completar um mestrado. Em 2011, comecei e desisti de um mestrado. O conteúdo me pareceu muito fraco de forma que o investimento de tempo necessário não me agregou muito. Estou reavaliando as alternativas disponíveis.

3. Identificar uma alternativa de renda. Não iniciado.

4. Participar de Conselhos de Administração de empresas de capital aberto. Não iniciado.

5. Atingir 10.000 visitantes no site num período de 3 meses.

6. Lecionar num curso de pós-graduação. Não iniciado.

7. Participar ativamente de instituições de classe e de mercado (Ibracon, CRC, FIERGS, IBGC).Durante 2012, me afiliei ao Ibracon. 

8. Formar sucessores. Em progresso.

Metas de Saúde/Bem-estar – 1 meta concluída, 1 não iniciada e 6 em andamento.

1. Pesar 54kgs. perdi 3kgs com a  dieta mas acabei abandonando e ainda tenho um longo caminho. Segundo o endocrinologista que me acompanha o meu ideal seria 57,5kgs. 

2. Correr 10 km em menos de 1 hora. Não estou correndo. Preciso retomar.

3. Fazer check up anualmente. Em 2011 e 2012, fiz check up anualmente.

4. Participar da meia maratona da Disney. Estou retomando os treinos, quem sabe em 2015.

5. Incluir vegetais em todas as refeições principais em 5 dos 7 dias da semana. Até o momento parece estar funcionando.

6. Ficar sem tomar coca-cola (ou qualquer outro refrigerante) por 3 meses. Fiquei 6 semanas sem coca-cola e voltei ao vício. Vou fazer um ajuste na meta eliminando o refrigerante durante a semana.

7. Ficar sem comidas insdustrializadas por pelo menos 1 mês. Não iniciada.

8. Monitorar minha pressão sangüínea semanalmente.

Metas financeiras – 2 metas concluídas, 4 em andamento e 2 não iniciadas.

1. Obter rendimentos melhores do meu portfolio e reavaliar a distribuição dos meus ativos anualmente. A rentabilidade tem diminuído em função das quedas nas taxas de juros da economia, mas estou reavaliando o portfolio no final de março de cada ano.

2. Acumular 1 milhão de reais. Em andamento.

3. Evitar déficit de consumo. Em andamento.

4. Trocar meu carro urbano  (no momento, o Volvo C30 está no topo da minha lista). Não iniciado. No momento o Mini Cooper S está no topo da lista.

5. Desenvolver uma política de investimento. Em andamento, vou escrever um artigo específico sobre isso.

6. Comprar um moradia definitiva

7. Construir/comprar uma casa fora da cidade. Não iniciado.

8. Comprar um carro off-road.

 

2013.11 – Carro novo

março 16th, 2013

Já falei sobre carros antes, hoje, a idéia é contar o  processo de escolha do nosso último carro. O objetivo é demonstrar os desafios enfrentados e os aspectos mais importantes considerados.

1. Breve histórico

Moramos em Porto Alegre e desde 2006, eu e meu marido dividimos um único carro. Manter um único carro para os dois é possível devido a nossa logística. Moramos perto do meu escritório então eu posso ir caminhando para o trabalho e meu marido tem um horário bastante peculiar que faz com que ele precise do carro 2 dias por semana na maioria das vezes. Mesmo dividindo o carro, temos rodado aproximadamente 15.000 km por ano sendo a maioria em passeios nos finais de semana ou de férias.

Há cerca de 1 mês adquirimos o nosso sexto carro juntos. Nosso carro anterior era um hatch 2.0 com câmbio automático cujo único defeito era o ângulo de ataque que fazia com o carro batesse na frente até para sair da garagem. Temos o hábito de viajar de carro e explorar caminhos que muitas vezes envolvem estradas de chão batido e com muitos buracos o que não era exatamente a praia do nosso último carro.

Durante algum tempo, costumávamos trocar de carro com os meus pais que possuíam uma “Small SUV” (utilitário esporte compacto) quando saíamos para enfrentar estradas de chão.

Mesmo levando em conta o meu profundo e antigo interesse por carros e finanças, sabia que teríamos um grande desafio à frente para escolher o carro novo.

2. A escolha do modelo com foco na necessidade

O novo carro iria trafegar em vias complicadas e precisaria oferecer condições adequadas o que direcionou nossa escolha para um veículo de maior porte do que o nosso hatch. Em seguida, a robustez e a confiabilidade do carro e da marca eram essenciais. Afinal, queremos sair com tranquilidade para os nossos passeios que incluem trafegar em estradas de terra, pouco movimentadas, inclusive à noite. Por conta disso e dos períodos de chuva, seria interessante contar com tração 4×4.

Além disso, o carro deveria ser baseado num projeto global, desenvolvido para os mercados de “primeiro mundo”, em função da melhor qualidade de construção e dos componentes. Um bom desempenho, pensando no conjunto mecânico, também era importante.

Por fim, buscávamos características complementares em relação ao nosso hatch, permitindo outros tipos de uso. Dessa forma, a escolha recaiu numa SUV compacta.

3. A escolha do modelo com foco nas finanças

Tudo parecia relativamente fácil no item anterior. Porém, tínhamos uma limitação financeira considerável em relação ao preço de compra que, em função das nossas prioridades, não poderia drenar nossas reservas. A idéia era colocar nosso hatch no negócio e pagar a diferença.

A avaliação que recebemos por nosso hatch teve um perda de 40,5% em relação ao preço pago por ele 2 anos atrás. Desempenho bem pior que o auge da crise.

Por outro lado, estávamos decididos a adquirir um carro zero km para não ter preocupação com manutenção no curto prazo.

4. A escolha do modelo com foco no lado emocional

Após a análise dos itens anteriores, era o momento de optar por um carro com um bom design externo e interno e que fosse agradável para nós (não para os outros). A intenção era aliar funcionalidade e beleza. Adicionalmente, gostaríamos de contar com câmbio automático.

Após tudo isso, basicamente chegamos a um único modelo (o mesmo que os pais tiveram por algum tempo) que atendia todas as características e ficava dentro da faixa de preço que queríamos.

5. Primeiras impressões

Depois de um mês com o carro novo, ainda estranho a diferença de resposta em relação ao hatch, mas fico muito feliz quando estamos desafiando nosso GPS em estradas que antes nem chegaríamos perto. Segundo a Fipe, nosso novo carro já perdeu 9% mas essa compra foi feita para durar.

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Conclusão

A compra de um carro, que para muitos pode parecer algo banal, na verdade tem uma série de aspectos importantes a serem considerados. No Brasil, há muitos veículos com baixa qualidade e péssimo nível de segurança, além de serem os mais caros do mundo. E na maioria avalassadora das vezes o carro perderá valor muito rápido. Carro nunca é um investimento.

Esse cenário torna indispensáveis pesquisas e reflexões, que requerem muito tempo e conhecimento (que nem todas as pessoas possuem).

2013.10 – O leão está a solta

março 9th, 2013

Chegou aquela época do ano de prestar contas para o Leão. Assim como o Carnaval, a declaração de imposto de renda é um obrigação anual dos brasileiro que se repete anualmente entre março e abril. Confira as regras básicas para fazer a sua declaração

Quem deve declarar:

  • Profissionais  CLT  que  receberam  rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, superiores a R$ 24.556,65;
  • Quem   recebeu  rendimentos  isentos,  não  tributáveis  ou  tributados exclusivamente na fonte, acima de R$ 40.000,00;
  • Quem  tem  posse de bens ou propriedade, inclusive terra sem construção, com valor superior a R$ 300.000,00, até 31 de dezembro de 2012;
  • Quem realizou operações na Bolsa de Valores;
  • Quem  passou  à  condição  de  residente  no Brasil em qualquer mês e se encontrava nessa condição em 31 de dezembro de 2012.

Limites de dedução:

  • Por dependente = até R$ 1.974,72
  • Instrução = até R$ 3.091,35
  • Despesas Médicas = não há limites
  • Contribuição Previdenciária dos empregados domésticos = até R$ 985,96

Desconto simplificado:

  • O  valor  do desconto para este ano está limitado a R$ 14.542,60, no ano passado era de R$ 13.916,63, ou seja, 20% da renda sujeita a imposto.

Não se esqueça: o prazo para entrega vai até 30/4/2013.
Qualquer  dúvida  no  preenchimento  da declaração acesse o site da Receita Federal.

Atenção: o valor mínimo da multa por atraso da entrega da declaração é de R$ 165,74.

2013.09 – O que não fazer

março 2nd, 2013

Há bastante tempo tenho escrito sobre o que fazer. Hoje resolvi salientar o que não fazer. A lista vem do livro “Investimentos Inteligentes”, do Gustavo Gerbasi.

  1. Ter uma única fonte de renda. O princípio básico da diversificação para administrar o risco de perda abrupta do rendimento familiar em caso de desemprego repentino do provedor. Esse risco também pode também ser mitigado pela criação de um fundo de emergência que garanta o cumprimento das obrigações da família por um período de 6 a 8 meses.
  2. Esperar sobrar dinheiro. Não adianta esperar que a sua renda se ajuste. A renda é a restrição, o que precisa ser ajustado é o seu padrão de consumo. Também vale lembrar que quanto mais cedo você começar mais o seu dinheiro trabalhará por você, esse é o milagre dos juros compostos, onde o tempo faz o bolo crescer.
  3. Trabalhar com muitas instituições financeiras. Se você espalhar muito o seu dinheiro, duas coisas podem acontecer no mínimo, um maior volume de taxas pagas às instituições financeiras e um custo de oportunidade pela escala nas negociações com os bancos. Um volume maior de recursos provavelmente lhe renderá melhores opções de investimento.
  4. Trabalhar apenas com uma instituição financeira. Você está limitado ao portfolio dessa instituição e sujeito ao seu risco de continuidade. Fique de olho. Aqui em casa trabalhamos com dois bancos, um público e um privado, ambos de grande porte.
  5. Querer começar grande. Quando se trata de dinheiro, o tempo é um fator tanto ou mais relevante que o montante.
  6. Poupar, ao invés de investir. Poupar é o primeiro passo, o segundo é encontrar o melhor uso dos seus recursos para obter o melhor rendimento possível, ou seja, é preciso investir.
  7. Ter um único investimento. É preciso diversificar para administrar o risco e também para buscar o melhor rendimento. Em tempos de juros baixos é preciso buscar alternativas.
  8. Sonegar impostos. A receita está cada vez mais equipada e as multas para os sonegadores são altíssimas. Faça a coisa certa!
  9. Contribuir desnecessariamente para o INSS. Se você é autonômo, provavelmente vale mais a pena investir o valor da contribuição por conta própria, do que dar dinheiro para o governo financiar a aposentadoria de outro.
  10. Manter o FGTS intocável. O FGTS rende menos que a poupança, qualquer alternativa é melhor. Avalie as oportunidades de saque permitidos.
  11. Não aproveitar as vantagens de um PGBL. É uma alternativa para a contribuição ao INSS e uma forma de planejar a sua aposentadoria.
  12. Hiperatividade ou giro excessivo nos investimentos. Cuidado com o impacto das taxas e dos impostos sobre a rentabilidade. Lembrem-se que alguns consultores de investimentos, especialmente em corretoras, ganham uma taxa a cada transação e seu interesse principal é estimular o maior número de operações possíveis.
  13. Paralisia nos investimentos. O mercado está sempre em evolução, o que era uma boa opção no ano passado pode não ser mais.
  14. Alavancagem com possibilidade de perda. Nunca tome dinheiro emprestado para investir com risco alto. A perda pode te pegar de surpresa.