Archive for novembro \12\UTC 2011

Mais uma vez relembrando o básico…

novembro 12th, 2011

De tempos em tempos eu volto a estaca zero.. Não em dinheiro, mas em hábitos. Sempre é positivo rever os pilares das finanças pessoais:

Estabeleça metas. Se você está economizando para fazer a viagem dos seus sonhos, comprar uma casa ou trocar de carro é mais fácil manter o foco e ignorer as tentações e as coisas que não são importantes.

Gaste menos do que você ganha. Monitore cada centavo gasto. Evite dívidas! Evite dívidas! Evite dívidas!

Pague a si em primeiro lugar. Antes de pagar as contas antes de fazer as compras do mês, antes de qualquer outra coisa, separe parte de sua renda para a poupança – 20% da sua renda líquida seria ótimo. Melhor ainda se fizeres uma aplicação automática no momento que recebe o salário.

Fique atento as grandes oportunidades. Procurar as opções mais baratas no dia a dia (restaurante, supermercado, manicure) é ótimo, mas é ainda melhor encontrar o melhor negócio nos itens de maior valor como na compra do carro ou da casa, onde você faz uma grande economia em uma única oportunidade.

Você pode ter qualquer coisa, mas você não pode ter tudo. Gaste nas coisas que importam para você. Corte os gastos nas coisas que não são importantes.

• O perfeito é o inimigo do bom. Não se preocupe em acertar em tudo ou em fazer as coisas exatamente certas. Escolha a melhor opção disponível e faça alguma coisa. Se você só pode poupar 5% do salário, então poupe 5%.

• Faça o que funciona para você. Cada pessoa é diferente. O que funciona para um pode não funcionar para outro. Não há uma única forma correta para poupar ou investir ou eliminar as dívidas ou comprar uma casa. Procure a sua.

• Ninguém se preocupa mais com o seu dinheiro do que você. Pesquise, busque conselhos de pessoas que confia, e tome decisões baseadas nas suas metas e valores.

Um passo de cada vez. Na maioria das vezes, as pessoas melhor sucedidas são aquelas que trabalharam mais e por mais tempo para atingir suas metas. Eles não chegaram lá do dia para a noite. Seja paciente e aproveite a viagem.

Fracasso não é o fim do mundo. Aprendemos com a falha. Como diz o ditado: é melhor ter tentado e falhado do que nunca ter tentado. Use o fracasso para aprender como ser melhor na próxima tentativa.

Dinheiro é muito mais sobre a mente do que sobre matemática. Todos entendemos a matemática – o díficil é controlar a nossa mente. Seja feliz e mantenha o controle da asua vida, e o dinheiro se tornará mais fácil de administrar.

É mais importante ser feliz do que rico – mas o dinheiro te traz mais opções na vida.

Porque ninguém fica para a semente…

novembro 2nd, 2011

Já que é Finados, me parece apropriado perguntar: o que aconteceria com os seus entes queridos se você morresse de repente?

Há diversas formas de proteger aqueles que ama. Uma delas é ter um seguro de vida com uma cobertura apropriada para a sua necessidade. O seguro de vida é um contrato que você faz com uma seguradora para garantir uma proteção financeira para seus familiares e/ou pessoas que dependem de você, no caso de sua falta, ou para você mesmo, no caso de invalidez permanente ou de uma doença grave.

Quando acontece a falta da pessoa que era a provedora do sustento da família, geralmente o padrão de vida dos que ficaram tende a cair. Dificuldades financeiras também ocorrem no caso de o provedor se tornar uma pessoa inválida, seja por acidente ou por doença grave.

A indenização do seguro de vida é uma rede de proteção, pelo menos para os primeiros anos, para que a família se reestruture financeiramente.

Nos seguros de pessoas – exceto quando está prevista apenas a cobertura de vida por sobrevivência (utilização do capital segurado para complementar a aposentadoria) – todas as modalidades devem oferecer cobertura de morte por causas naturais e acidentais.

São inúmeras as coberturas que podem ser contratadas no seguro de pessoas, destacando-se as dos seguros de vida, de acidentes pessoais, viagem, prestamista e educacional, além das referentes a diária por internação hospitalar, funeral, diária de incapacidade temporária, desemprego, perda de renda entre outras afins.

 É muito comum a dúvida entre fazer um seguro de vida ou um de acidentes pessoais, principalmente porque este último é mais barato. Embora o seguro de acidentes pessoais possa ser contratado de forma isolada ou como complementar ao de vida, é importante saber o que distingue um do outro.

A diferença básica entre o seguro de vida e o seguro de acidentes pessoais é que o primeiro garante indenização para morte natural ou acidental, enquanto a cobertura de acidentes pessoais, como o nome diz, é válida somente para o caso de falecimento por acidente. Isso faz com que ambos também difiram em relação ao preço. Como o primeiro tem cobertura mais ampla, o seu custo é maior que o de acidentes pessoais.

Ambos diferem, ainda, em relação ao cálculo do prêmio (preço). O seguro de vida é calculado de acordo com a idade e o seguro de acidentes pessoais, normalmente, não faz distinção entre jovens e idosos, ou seja, o valor do prêmio não sofre alteração por avanço da idade do segurado.

Como todo seguro, quanto maior o risco, maior o custo, o que quer dizer que quanto maior a probabilidade de acontecer o previsto na apólice, maior será o preço do seguro. Por isso, no seguro de vida, a elevação do custo é progressiva à medida que aumenta a idade do segurado porque também cresce a probabilidade da concretização dos riscos cobertos (morte, invalidez).

Em geral, as seguradoras limitam a contratação do seguro de vida por volta dos 60 / 65 anos de idade, sendo que algumas adotam o limite de 60 anos e outras aceitam subscrever o risco de pessoas acima de 75 anos de idade.

Existem seguros que prevêem a exclusão do segurado ou a não renovação de sua apólice quando terminar a vigência. E existem seguros que valem por toda a vida do segurado. 

 

 Há várias circunstâncias que recomendam a contratação. Entre elas, destacam-se:

  • Garantia de manutenção do padrão de vida dos dependentes

Se você é casado(a) e tem filhos pequenos que dependem financeiramente dos seus rendimentos, o seguro de vida pode evitar que passem necessidade, caso lhe aconteça uma fatalidade.

O mesmo se aplica a casais em que uma das partes será atingida financeiramente na falta da outra. Pensamento semelhante está relacionado a adultos que dependem financeiramente de você, como pais, irmãos e filhos que continuam a precisar de seu apoio financeiro, apesar da idade adulta.

Se você é jovem, não é casado(a), não tem filhos nem dependentes, talvez a melhor opção, em vez de um seguro de vida, seja economizar dinheiro para acumular um patrimônio, por exemplo, num plano de previdência complementar aberta.

É bom lembrar que a decisão de fazer um seguro de vida não exclui a adesão a um plano de previdência complementar e vice-versa. São dois produtos distintos, que se complementam. O primeiro é uma garantia para o risco de morte e invalidez. A previdência complementar aberta, por sua vez, é um investimento de longo prazo, dentro de uma estratégia para quando você parar de trabalhar.

  •  Proteção financeira para os dependentes

Ao comprar uma apólice do seguro de vida, você escolherá os beneficiários e definirá o valor do capital segurado, que é a quantia máxima a ser paga pela seguradora, caso ocorra um sinistro previsto no contrato.

Esse valor é liberado pela seguradora depois de cumpridas as exigências de apresentação dos documentos necessários. O pagamento da indenização independe da conclusão do inventário, sendo feito em até 30 dias após a entrega dos documentos necessários para a liquidação do sinistro.

  • Proteção financeira para você, no caso de invalidez e/ou doença grave

Existem coberturas adicionais para amparar o segurado, na hipótese de ele se tornar inválido por acidente ou doença. Neste caso, o seguro de vida garante recursos complementares de acordo com os valores contratados.

As seguradoras oferecem, também, coberturas para determinadas doenças graves. A partir do diagnóstico, o segurado tem direito à indenização contratada.

  • Despesas com o funeral

Existem produtos específicos para esta despesa emergencial. Também é comum uma cobertura adicional no seguro de vida específica para este momento.

  • Isenção do Imposto de Renda

A indenização que seus beneficiários citados na apólice vão receber é isenta do Imposto de Renda.